Confira a edição mais recente do jornal “Notícias em Foco”!

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A 24ª edição do jornal “Notícias em Foco” traz um especial sobre o Chá de Bebê preparado pela Foco Talentos para a coordenadora Adriana Roggieri.

Boa leitura!

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O Grupo Foco deseja um Feliz Dia das Mães!

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Pequenos mimos ajudam a aumentar a produtividade da equipe

                        

Engana-se quem pensa que o salário é o único fator que influencia a produtividade de uma equipe. Pequenos mimos podem fazer uma grande diferença, por ajudar a criar um grupo mais satisfeito.

O alerta é do especialista em administração de tempo e fundador da Triad PS, Christian Barbosa. “Pessoas felizes fazem um atendimento excepcional. Muitos líderes acreditam que pessoas felizes são feitas apenas por salários maiores e isso não é verdade. Dinheiro é importante, mas não é tudo”, diz.

Dentre os mimos que ajudam líderes e gestores a criarem uma equipe mais feliz, Barbosa destaca alguns:

Dia do aniversário: de acordo com o fundador da Triad PS, uma atitude simpática é dar meio período de bônus para o funcionário que fizer aniversário.  “Assim, ele pode curtir esse tempo com a família e fazer coisas importantes no seu dia especial”.

Tempo: para que as pessoas façam adequadamente os processos, sistemas e atinjam metas, é necessário que elas tenham tempo. Assim,  investir em treinamentos e softwares e administração de tempo e produtividade, com foco em ajudar as pessoas a terem mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional, pode ser positivo.

Alinhamento semanal: é importante alinhar semanalmente o time aos objetivos importantes da empresa e fazer com que pequenas atitudes ajudem a refletir nos indicadores das metas, visivelmente.

Recompensar e comemorar: pequenas vitórias devem ser comemoradas e recompensadas. Nesse sentido, fazer uma pequena festa ou happy hour para comemorar um mês acima das metas é positivo.

Fonte: Portal InfoMoney

Limitar e-mail pode reduzir estresse, diz pesquisa

                              

Um dos hábitos mais comuns do ambiente de trabalho, especialmente com tablets e smartphones em mãos, é o de checar e-mails constantemente. Esse costume pode piorar os níveis de estresse dos profissionais, segundo estudo divulgado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

A professora Gloria Mark, do Departamento de Informática da Universidade, e que pesquisa os efeitos do e-mail no trabalho desde 2004, acompanhou a rotina de 13 funcionários de uma empresa comum e pediu que eles passassem cinco dias sem checar e-mails. O resultado dessas férias inusitadas foi uma redução nos níveis de estresse – medidos com monitores de frequência cardíaca.

Além disso, essas pessoas passaram mais tempo focadas em uma única tarefa e em uma aba principal de seus navegadores. Durante o hiato, elas intercalavam entre uma página e outra na internet uma média de 18 vezes por hora. Quando o e-mail estava liberado, trocavam de abas cerca de 37 vezes por hora.

Segundo a pesquisadora, há maneiras de mudar como usamos o e-mail no trabalho para torná-lo mais eficiente e menos estressante. Em entrevista ao New York Times, a professora sugere que as empresas enviem e-mails uma ou duas vezes por dia, por exemplo.

O estudo, que foi financiado pelo Exército norte-americano e pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos, apresenta entrevistas com os funcionários, que confirmaram a redução de estresse, mas reclamaram do “isolamento” que sentiam por não checar seus e-mails. Cerca de metade deles descreveu a sensação de “estar perdendo alguma informação, sem saber exatamente qual”.

Aqueles que estavam de férias do e-mail chegaram a uma rápida solução: conversar pessoalmente com os colegas de trabalho sobre os acontecimentos da empresa. E ainda admitiram se sentir aliviados por se livrar da “carga e pressão que vêm com os e-mails”.

Fonte: Portal Exame

Quatro atitudes que atrapalham a carreira das mulheres

                                       

Numa pesquisa feita em diversas avaliações de desempenho, as especialistas em liderança Jill Flynn, Kathryn Heath e Mary Davis Holt descobriram que a maior crítica que os homens fazem às suas colegas mulheres no trabalho é que elas têm baixa autoconfiança.

A constatação é reforçada pelo resultado de uma pesquisa feita pelo Instituto Europeu de Liderança e Gestão, que revelou que homens, em qualquer idade, são mais confiantes que as mulheres. Enquanto 70% afirma ter alto nível de confiança, apenas 50% das mulheres diz ter essa percepção. Além disso, metade das gestoras mulheres admite que sente dúvidas em relação à sua performance na carreira, mas apenas 31% dos homens tem esse mesmo tipo de sentimento.

Com base nas pesquisas e também na longa experiência como coaching, as especialistas listaram para o site da revista Harvard Business Review as quatro atitudes que atrapalham a carreira das mulheres:

Ser excessivamente modesta. Os homens mostram ter maior facilidade em tornar público o seu crédito por algum projeto de sucesso. Mulheres parecem acreditar que suas realizações devem falar por si e não se esforçam tanto para ganhar os louros das vitórias. Apesar de a modéstia ser uma característica bacana, é ingênuo acreditar que seu chefe, seus clientes ou seus colegas de trabalho irão reconhecer suas realizações se você estiver fora do radar.

Não pedir. Mulheres costumam perder promoções porque não pedem mais responsabilidade aos seus gestores. Pode parecer arriscado, mas não tem outro jeito. Não pedir significa que você pode perder a chance de ganhar um cargo maior.

Misturar-se à multidão. Algumas mulheres fazem de tudo para não chamar a atenção. Elas não fazem perguntas e evitam fazer comentários em reuniões ou em elevadores por insegurança. Isso também pode atrapalhar uma possível promoção.

Permanecer em silêncio. Não é fácil ganhar a palavra durante reuniões, especialmente quando muitas pessoas disputam a atenção. Mas deixar de fazer seu comentário quando você tem algo relevante a dizer é perder a chance de entrar no jogo. Deixar o seu ponto de vista durante importantes discussões é essencial para sua carreira.

Fonte: Época Negócios

Você sabe como ser feliz em sua profissão?

                            

Como ser feliz no trabalho? Sem dúvida, você já deve ter se feito tal pergunta em algum momento da sua vida profissional. A resposta, porém, não é tão complicada quanto se imagina.

Primeiro, deve-se identificar os aspectos da profissão, do emprego e da carreira que o fazem se sentir preocupado, desmotivado e insatisfeito e atuar neles. Nessa análise, você verá que a remuneração, sempre entre as principais preocupações dos trabalhadores, não é o elemento fundamental.

Confira abaixo uma lista de elementos que devem ser observados:

Qualidade de vida - antes de mais nada, é preciso entender que a felicidade no trabalho não está relacionada apenas ao que acontece enquanto você está realizando suas atividades na empresa. Se a pessoa não tem uma vida saudável, está sempre com problemas de saúde, e isso vai afetar diretamente suas tarefas na vida profissional.

Vida pessoal - na mesma linha do item anterior, se a sua vida pessoal estiver cheia de problemas, você dificilmente conseguirá deixá-los em casa, quando estiver trabalhando. Aqui também entra a questão do orçamento. Se o profissional estiver cheio de dívidas, sem conseguir pagar as contas ao final do mês, ele vai ficar constantemente perturbado com essas questões, o que consequentemente afetará sua felicidade.

Estabeleça limites - alguns dos maiores problemas que impedem a felicidade no trabalho nem sempre podem ser resolvidos pelo próprio profissional, porque são questões que dependem do comportamento de outra pessoa. Chefes intransigentes, inflexíveis e rígidos demais normalmente causam grande infelicidade aos seus subordinados.

Nessa situação, o profissional tem, basicamente, dois caminhos. Primeiro, ele deve tentar reverter a situação, tendo uma conversa clara e objetiva com o líder. É preciso expor sua visão baseado em bons argumentos. Se você for evasivo na conversa, possivelmente terá dificuldades para resolver os problemas.

Nessa conversa, o profissional deve estabelecer limites no relacionamento, ou seja, deixar claro até que ponto o tratamento do chefe não está sendo coerente com uma postura profissional. Caso a conversa não surta o efeito esperado, passa a ser interessante encontrar outro setor, outra área ou até mesmo outra empresa. Mas lembre-se: nem sempre o problema é o chefe. Veja se não é você mesmo que os está ocasionando.

Crie um ambiente agradável - mas não é só o chefe que pode causar infelicidade. Uma equipe composta por membros que não sabem respeitar o espaço do outro, por exemplo, vai tornar a situação muito difícil. Os profissionais devem, porém, tentar conviver da melhor maneira possível com seus pares.

Para construir um ambiente saudável, todos os membros devem colaborar. A dica aqui é ser flexível, humilde, aceitar a opinião do outro, ser otimista e tentar ser companheiro. É sempre interessante se colocar no lugar do outro.

Mas, ainda assim, se você tiver feito de tudo para criar um ambiente agradável e os demais profissionais não colaborarem, vale a pena considerar encontrar outra posição.

Tenha foco - definir objetivos, elaborar um bom plano de carreira, correr atrás de desafios e ter foco no trabalho ajudam na felicidade. Isso porque esses são elementos altamente motivacionais. Quando você está motivado e sabe onde quer chegar, é mais difícil se perder ou ficar sem direcionamento, permanecendo, dessa forma, menos vulnerável.

Felicidade no trabalho é algo bastante subjetivo e ela deve ser tratada de forma constante. Se a pessoa for persistente, procurar atuar naquilo que gosta, souber trabalhar em equipe e se conseguir se automotivar, as chances de ser feliz são grandes.

Fonte: Portal InfoMoney

Como evitar um “não” na sua rotina de trabalho

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É raro quem nunca recebeu uma resposta negativa em alguma situação profissional, seja em uma entrevista de emprego ou em uma negociação para participar de um projeto. Para Alexandre Rangel, sócio-fundador da Alliance Coaching, é possível se planejar para diminuir as chances de levar um “não”.

Um ponto importante que ele enfatiza é evitar se abalar emocionalmente com uma recusa no trabalho. “A autoestima não pode ser afetada, mas o que normalmente acontece é que as pessoas se sentem contrariadas”, explica.

Confira abaixo seis recomendações que podem diminuir as chances de receber um “não” durante o trabalho:

1. Quais são os seus interesses?

Para que negociações e argumentações sejam aceitas pelos superiores, Rangel afirma que é preciso avaliar, antes, quais são os interesses pessoais e profissionais sobre determinado assunto.

2. Quais são os interesses e dificuldades do outro lado?

Imaginar quais são as possíveis dificuldades do chefe ajudará o profissional a evitar tratar de assuntos que serão negados de imediato. Por exemplo, quando você propõe uma mudança ou um projeto que envolve gastos, é preciso pensar se a empresa está em um momento adequado para tal proposta.

“Se o chefe precisa lidar com um alto corte de custos, esse seria também um momento inapropriado para pedir um aumento, por exemplo”, afirma Rangel.

3. Coletar informações

A falta de preparo do profissional pode fazer com que a recusa venha de imediato. Para o especialista, seja em apresentações ou em projetos, é preciso se munir de informações sobre a empresa e o mercado.

4. Quais são os meus pontos fortes e vulnerabilidades?

“Em uma entrevista de emprego, por exemplo, quando você sabe que a empresa para qual você está se candidato atua na América Latina, mas o seu espanhol não é apropriado, o ideal é expor que se comprometerá a fazer aulas e atingir determinado nível de fluência se for escolhido”, explica Rangel.

Essa consideração também vale para situações em que você está concorrendo a uma promoção.

5. Organizar uma hierarquia de concessões

Durante negociações no trabalho, é comum que o profissional tenha que abrir mão de determinadas coisas, desde o valor do salário até o cargo que ele ocupa. Por isso, para Rangel, listar as coisas de que você abrirá mão caso seu projeto seja aceito, por exemplo, pode evitar um “não”.

6. Prever possíveis impasses

O profissional, em qualquer situação, deve prever quais são os obstáculos que podem aparecer durante uma negociação de um aumento de salário ou da aceitação de um projeto. A razão? “Negociar de maneira madura é estar preparado para resolver qualquer impasse que possa aparecer”, explica Rangel.

Fonte: Portal Exame

Confira a última edição do jornal “Notícias em Foco”!

A 23ª edição do jornal “Notícias em Foco” traz um especial sobre a área de Comunicação Corporativa da empresa!

Boa leitura!

Para conferir, clique aqui!

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