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O dilema das redes sociais nas organizações

O site “Nós da Comunicação” publicou uma interessante reportagem sobre o quanto é importante que as empresas confiem em seus funcionários em relação ao uso de redes sociais no trabalho.

De acordo com a matéria, uma pesquisa recente da Nielsen aponta o Brasil como o sétimo país em termos de maior número de horas dedicadas a sites de redes sociais por usuário. Porém, algumas empresas ainda resistem em aderir à tendência.

A questão da perda de produtividade é um dos argumentos-chave para a não permissão do uso de redes sociais em ambiente corporativo. Entretanto, seguindo esta lógica, as empresas também não deveriam permitir que seus empregados utilizassem o e-mail para se comunicarem com seus amigos.

Outro receio é que os funcionários possam divulgar, pelas redes sociais, informações estratégicas confidenciais  e que, com isso, os concorrentes possam ficar sabendo antecipadamente dos projetos e inovações da empresa.

Algumas redes sociais foram desenvolvidas especialmente para o ambiente corporativo. O sistema funciona exatamente igual ao Twitter e ao Facebook, porém a informação é restrita ao público interno, assim como a Intranet.

Serviços como esses criam um ambiente de trabalho mais aberto ao permitir que as pessoas saibam o que as outras estão fazendo e encorajam o compartilhamento de informações. O surgimento das redes sociais corporativas deve ser motivo para comemoração e não para levantar suspeitas. Nessas horas, confiança é palavra-chave da questão. Se a empresa confia em seus empregados, não há o que temer em relação ao uso de redes sociais nas organizações.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

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