Dica de leitura: Tribo do Mouse
Se você busca compreender o ambiente corporativo de uma forma mais arrojada e diferente, certamente irá apreciar esta dica de leitura.
O livro Tribo do Mouse – Histórias, Dicas e Truques do Mundo Corporativo mostra que há vida, humor e humanidade no cotidiano de uma empresa. Disponível em duas capas, para que o leitor escolha qual quer levar para casa, o livro é de autoria de Ulisses Giorgi, Juarez Poletto e João Reginatto.
Os três autores nasceram no Rio Grande do Sul, mas seguem carreiras em diferentes latitudes (Porto Alegre, Curitiba e Dublin, na Irlanda). Eles são Zambol, Jack e Reggie e integram a Tribo, que surgiu de forma natural entre amigos com experiências pessoais e profissionais muito próximas. Tribo do Mouse é também o blog que os três mantêm há dois anos com fãs e seguidores fiéis do endereço.
fevereiro 19, 2010 1 Comment
De que forma você se organiza?
O site Administradores.com.br publicou uma matéria sobre organização no trabalho, tema que é bastante polêmico no ambiente corporativo e pode ser decisivo para um bom desempenho dos funcionários.
Segundo Christian Barbosa, fundador da Triad Consulting, para não nos perdemos na correria diária, precisamos criar um meio de organizar os nossos afazeres. Mais que isso, é preciso que cada um descubra seu jeito de não esquecer as inúmeras tarefas programadas ou que surjam no decorrer do dia.
Quando focamos na gestão do dia com tarefas, ficamos perdidos, os afazeres se acumulam, atrasam e é comum a equipe se perder. Por isso, todo mundo pergunta se não é possível ter um lembrete para as tarefas, como existem para os compromissos.
Para solucionar esse problema, o autor sugere que se utilize a classificação tríade para se concentrar em tarefas que realmente precisam ser executadas, separando as atividades nas três esferas existentes:
1. Importante: todas as atividades que você faz e que tem importância em sua vida, são aquelas tarefas que trazem resultado a curto, médio ou longo prazo. É a esfera da estrada certa, na qual você coloca seu carro e sabe que na linha de chegada estará realizado.
2. Urgente: é toda tarefa que deve ser feita imediatamente, pois o prazo para execução é curto ou então já acabou. Essas atividades não podem ser previstas, por isso geralmente causam estresse nas pessoas.
3. Circunstancial: tarefas desnecessárias ou excessivas. São os gastos do tempo de forma inútil, tarefas realizadas por comodidade ou por serem “socialmente” apropriadas. É a esfera da estrada que não leva a lugar algum, aquela que não traz resultados, apenas frustrações. Podemos citar como exemplo o uso demasiado da internet, ou os e-mails improdutivos, as conversas fúteis, etc.
Pense sobre como você executa suas tarefas no dia a dia e veja se você está trabalhando e lembrando-se de realizar todas as suas atividades, ou se está se perdendo entre os e-mails, as interrupções, as conversas improdutivas, etc.
Para acessar o artigo completo, clique aqui.
Boa leitura!
fevereiro 18, 2010 1 Comment
Evento: Os Nativos Digitais e as Transformações Sociais
fevereiro 12, 2010 No Comments
Aprendendo com o professor de Bill Gates
O consultor de empresas e conferecista brasileiro Stephen Kanitz escreveu um artigo para a Revista Veja em 1998 sobre a influência das pessoas em nossa vida pessoal e profissional.
Apesar de ser um texto antigo, ele reflete muito do que ocorre no mundo corporativo de hoje. Utilizando o exemplo de Bill Gates, o autor afirma que ter colegas influentes pode ser o caminho para um grande sucesso.
Veja a seguir:
O professor de Bill Gates
Esta estória é meio lenda meio fato, mas merece ser contada como se fosse real.
Quando Bill Gates estudava em Harvard, ele tinha um professor de matemática fantástico e muito exigente. Tanto isso é verdade que Bill Gates se classificou em 18º lugar num teste nacional de matemática. Esse professor dava uma prova
final dificílima e poucos alunos conseguiam acertar todas as questões.
“Se alguém conseguir acertar completamente esta prova, eu renunciarei ao meu cargo de Professor de matemática e trabalharei para ele”, dizia o professor no início da prova, com total seriedade.
Em inglês esta frase soa bem mais forte, tipo “eu serei seu subordinado para sempre”, uma forma simpática de dizer que se aceita a derrota e que finalmente se encontrou alguém superior.
Bill Gates foi o aluno que mais próximo chegou de encontrar todas as soluções, tendo errado uma questão, somente no finalzinho da dedução.
Passados vinte anos, se alguém for para Boston poderá encontrar o tal professor batendo a cabeça na parede de Harvard Square, balbuciando : “Por que eu fui tão rígido? Por que que eu fui tão rígido?’’
Tivesse sido menos rigoroso, o agora anônimo professor seria hoje, provavelmente, o segundo homem mais rico do mundo.
O interessante dessa estória é o fato de que alunos de Harvard ouvem de seus professores o seguinte conselho: “Se um dia você encontrar alguém, um colega ou um subordinado, mais competente que você, faça dele o seu chefe, e suba na vida com ele”.
No Brasil, um colega de trabalho que comece a despontar é imediatamente tachado de picareta, enganador e puxa-saco. Em vez de fazê-lo chefe, começa um lento e certeiro boicote ao talento. Nossa mania de boicotar chefes lembra a mentalidade do “Se hay gobierno soy contra”. Nestas condições, equipes dificilmente conseguem ser formadas no Brasil, e temos um excesso de prima-donas, donos da verdade sem nenhuma equipe para colocar as idéias em prática.
Se não aprendermos a escolher os nossos chefes imediatos, como iremos escolher deputados, governadores e presidentes da República ?
Milhares de jovens acreditam ingenuamente que, apesar de ter cabulado a maioria das aulas, quando adultos contratarão pessoas inteligentes que suprirão o que não aprenderem. Ledo engano, pessoas inteligentes são as primeiras a procurar parceiros competentes para trabalhar.
Melhor do que procurar as melhores empresas para trabalhar é procurar os melhores chefes e trocar de emprego quantas vezes seu chefe trocar o dele. Como fizeram as dezenas de programadores que decidiram trabalhar para a Microsoft, na época em que ela era dirigida por um fedelho de 19 anos e totalmente desconhecido.
Achar um bom chefe não é fácil. Temos muito mais informações sobre empresas do que sobre pessoas com capacidade de liderança.
Mas, na próxima vez que encontrar um amigo para saber se o emprego dele paga bem, pergunte quem são os bons chefes e líderes da empresa em que ele trabalha,
É muito melhor promover um subordinado a seu chefe se ele for claramente mais competente do que você, do que ficar atravancando a carreira dele e a sua.
Subordinar-se a um chefe competente não é sinal de submissão nem de servilismo, mas uma das melhores coisas que você poderá fazer para sua carreira. Embora ser o número 1 de uma organização seja o sonho de muitos jovens, a realidade é que 95% de sua carreira será desenrolada como o número 2 de algum cargo.
A pior decisão na vida do professor de Bill Gates foi a de não seguir o seu próprio conselho. Portanto fique de olho nos seus colegas de trabalho e faculdade que parecem ser brilhantes e tente trabalhar com eles no futuro. Eles poderão ser o caminho para o seu sucesso.
Fonte: Revista Veja, Editora Abril, edição 1552, nº 25, 24 de junho de 1998, página 21
fevereiro 11, 2010 No Comments
O dilema dos negócios em família
O site da HSM publicou um artigo do consultor em Governança Familiar e Family Office Carlos Alberto Gramani, a respeito da necessidade de preservar a entidade “família” em meio aos negócios.
De acordo com o consultor, famílias empresárias muitas vezes dedicam tamanha atenção à gestão, manutenção e crescimento do patrimônio, que provocam custos familiares irreversíveis.
A mistura entre sucessão patrimonial e sucessão na gestão das empresas formam mais um elemento de desconforto nas relações.
Gramani afirma que, em meio a conflitos relacionados aos negócios familiares, por vezes só se pode conseguir acordos patrimoniais, recompensas que abrandam os enfrentamentos, mas não recuperam laços familiares sinceros, pois eles foram rompidos, desgastados ou nunca foram semeados.
Para ler o artigo completo, clique aqui.
fevereiro 10, 2010 No Comments
6 previsões para o futuro da web nos próximos 5 anos
O que vai acontecer com a internet nos próximos anos?
Pensando em buscar respostas a essa questão, o Instituto Gartner divulgou um estudo apontando algumas das tendências para o futuro da web. As previsões foram selecionadas como as mais urgentes e críticas e falam sobre a mudança do poder e do foco em TI.
Essas são as principais previsões apontadas no estudo:
- Até 2012, 20% das empresas não terão ativos de TI
- Até 2012, o Facebook vai se tornar o hub para integração de redes sociais
- Em 2012, 60% das emissões de gases estufa ocorrerão antes da máquina ligar
- O marketing via internet será regulamentado até 2015
- Até 2014, 3 bilhões de pessoas farão transações via celulares
- Até 2013, os telefones celulares vão ultrapassar os PCs no acesso à web
Para saber mais, clique aqui.
fevereiro 9, 2010 No Comments
Maratona de Inovação em RH na ESPM
O CIC (Centro de Inovação e Criatividade) da ESPM lançou um curso denominado “Maratona de Inovação em RH”, que acontecerá no mês de abril nas dependências da própria Escola.
O curso, que propõe um aprimoramento profissional por meio da apresentação de conteúdos interdisciplinares, abordará conceitos de Psicologia, Recursos Humanos, Marketing e Comunicação.
O profissional de RH deve ter a real dimensão do seu papel dentro das estruturas empresarias e reinventar sua própria carreira, ganhando importância e influência.
Para conferir a programação completa do curso e obter mais informações, clique aqui.
fevereiro 8, 2010 No Comments
Twitter prepara ‘cartão de visitas’ para seus usuários
O Twitter anunciou ontem em seu blog que está preparando o lançamento de uma nova ferramenta para facilitar a vida dos usuários.
Os Hovercards serão uma maneira mais rápida de interagir com seus contatos.
Fonte: Info Abril
fevereiro 5, 2010 No Comments
Não tenha medo de ser chefe
O site da revista Veja publicou um trecho do livro “Não tenha medo de ser chefe”, do autor Bruce Tulgan, consultor de líderes empresariais e fundador da empresa RainmakerThinking, Inc.
O livro discute um grande problema das empresas hoje em dia, o subgerenciamento, oferecendo caminho para que os gerentes reassumam seu papel e se tornem líderes fortes de que suas equipes precisam.
Confira o trecho abaixo!
A epidemia de subgerenciamento
Você está a caminho da locadora de vídeo. Ao se aproximar, nota dois funcionários batendo papo do lado de fora. Um deles está acendendo um cigarro. Lá dentro, o único atendente parece ocupado demais atrás do balcão para ajudá-lo a localizar o DVD que você procura. Quando você finalmente o encontra, percebe que puseram o disco errado na embalagem. Decepcionado, escolhe outro título e se encaminha para a caixa. Mas, para completar, leva uma eternidade para conseguir pagar. Na saída, amaldiçoa em silêncio o péssimo atendimento e pensa consigo mesmo: “Essa locadora é uma porcaria. Tinham que contratar funcionários mais competentes.”
É tentador olhar para esse problema e pôr a culpa nos funcionários ou na empresa como um todo. Mas o verdadeiro culpado está escondido nos bastidores: o gerente. É função dele saber o que está acontecendo na loja e assegurar que o trabalho caminhe da melhor forma possível. Como? Gerenciando as pessoas que trabalham nela! Dizendo aos funcionários o que fazer e como fazer, monitorando, avaliando e documentando seu desempenho, resolvendo problemas com rapidez e recompensando os que se destacarem.
Gerenciar é um compromisso sagrado. Se você é o chefe, é sua responsabilidade garantir que tudo esteja funcionando perfeitamente. Você precisa se certificar de que o trabalho está sendo muito bem feito, com bastante agilidade, o dia inteiro. O chefe também é a primeira pessoa a quem os subordinados vão recorrer quando precisarem de alguma coisa ou quando algo der errado. Se houver qualquer problema, ele é a solução. Se você é o chefe, é com você que eles vão contar. No entanto é cada vez mais comum deparar com líderes, gerentes e supervisores que não lideram, nem gerenciam, muito menos supervisionam. Simplesmente não tomam as rédeas do trabalho. Não deixam claro o que esperam a cada etapa do processo, não acompanham desempenhos, não corrigem falhas e não recompensam êxitos. Têm medo de fazer isso, não têm vontade fazê-lo ou não sabem como se faz.
Em todo local de trabalho, em todos os níveis hierárquicos, nas empresas de todos os setores, vemos uma chocante e profunda carência de orientação, direção, feedback e apoio diário aos funcionários. É o que eu chamo de “subgerenciamento” – algo bem diferente de microgerenciamento, que peca pelo excesso.
Mostre-me um exemplo de um mau atendimento ao cliente – como o da locadora de vídeos que mencionei – e mostrarei um caso de subgerenciamento. Aliás, mostre-me qualquer problema no local de trabalho e mostrarei um caso de subgerenciamento.
O subgerenciamento custa às empresas uma fortuna por dia. Ele impede que uma enorme parcela de profissionais tenha experiências positivas no trabalho, alcance mais sucesso e receba salários e benefícios adequados às suas necessidades. Faz com que os gerentes suem, sofram e obtenham resultados medíocres. Deteriora a relação com fornecedores e clientes. E cobra seu preço à sociedade de muitas formas.
A epidemia de subgerenciamento estava na nossa cara o tempo todo
Em 1993, comecei a investigar o comportamento profissional da geração X (os nascidos entre 1965 e 1977), as pessoas da minha geração que estavam entrando no mercado de trabalho. As empresas começavam a me convidar para falar em seminários, treinar gerentes, analisar operações, conversar com líderes e dirigir grupos de discussão com funcionários. No início, meu interesse estava nas questões ligadas àquela geração. Eu chegava à empresa, entrevistava os mais novos e organizava um seminário com líderes e gerentes para compartilhar o que os jovens funcionários tinham a dizer. Normalmente, a conclusão era a mesma: “Seus funcionários mais jovens sentem que não recebem orientação suficiente dos respectivos gerentes. Querem mais treinamento, apoio e instruções. Querem mais acompanhamento e feedback.” Não percebi na época, mas as pessoas da geração X estavam, de certa forma, reclamando do subgerenciamento.
Quase sempre um dos profissionais mais experientes dizia algo como: “Filho, bem-vindo ao mercado de trabalho. Todos querem ter alguém que segure sua mão, mas ninguém fará isso por você. Quando comecei, era nadar ou se afogar – o tempo inteiro! Se ninguém lhe dizia o que fazer, você se virava para descobrir sozinho. Depois, esperava que seu chefe o notasse. Se ninguém falasse nada, ótimo. Se algo desse errado, aí sim seu chefe se manifestaria. Com o tempo, você vai ganhar status de sênior e o sistema tomará conta de você. Hoje não é diferente. O pessoal da geração X tem que fazer o que todos nós fizemos. Cumprir com suas obrigações e conquistar cargos mais altos.” O que esses trabalhadores experientes estavam dizendo é que, desde que se conheciam por gente, o subgerenciamento sempre fora a norma.
Embora o subgerenciamento estivesse bem diante do meu nariz, levei anos para começar a me dar conta do problema. Ao longo dos anos 1990, com a transição do boom tecnológico para o boom das empresas pontocom, o modo de pensar da geração X se alastrou, e não apenas pela geração seguinte de jovens trabalhadores (a geração Y é uma espécie de geração X acelerada e com autoestima turbinada). Quando as pontocom faliram, foi ficando cada vez mais óbvio que aquilo que a princípio parecera “coisa da geração X” tinha se transformado no comportamento predominante dos funcionários de todas as empresas. O fato de as pessoas da geração X estarem na vanguarda dessa mudança foi apenas um acidente de percurso. Algo muito maior estava acontecendo. O tradicional vínculo hierárquico de longo prazo entre empregador e empregado estava se transformando num relacionamento de troca menos duradouro.
Nos primeiros anos do século XXI, os trabalhadores de todas as idades deixaram claro que, sem promessas de longo prazo dignas de crédito por parte dos empregadores, não iriam mais se contentar em trabalhar silenciosa e obedientemente num ambiente de competição feroz. Quanto menos acreditavam que o “sistema” iria cuidar deles por um período extenso o bastante, mais exigentes ficavam em relação a seus supervisores imediatos nas questões de curto prazo. Com a pressão no ambiente de trabalho crescendo sem parar, ficou cada vez mais difícil satisfazer os funcionários.
A partir de meados da década de 1990, acompanhei de perto e estudei a dinâmica do local de trabalho. Dediquei a maior parte do meu tempo ao treinamento de gerentes de todos os níveis: dezenas de milhares de profissionais, desde CEOs até supervisores da linha de frente, de praticamente todos os setores – varejista, de saúde, de pesquisa, financeiro, aeroespacial, de softwares, industrial, público e empresas do terceiro setor.
Eu me entusiasmo com o êxito dos gerentes, seus fracassos me deixam arrasado e seus desafios são meus também. Passei tanto tempo nos bastidores, em tantas organizações, que posso afirmar com conhecimento de causa que a maior parte dos problemas poderia ser evitada ou resolvida de imediato por um gerente pragmático e dedicado, um chefe que reconhece a própria autoridade e a responsabilidade que ela traz. Infelizmente, gerentes dedicados são raros. Muitos se esforçam para melhorar. Alguns nem se dão o trabalho de tentar. A maioria dos chefes deixa tudo correr tão solto que, basicamente, não gerencia, a não ser que não tenha escapatória.
Por que isso acontece?
O livro está disponível na Livraria Cultura e você pode comprá-lo clicando aqui.
fevereiro 4, 2010 1 Comment
O dilema das redes sociais nas organizações
O site “Nós da Comunicação” publicou uma interessante reportagem sobre o quanto é importante que as empresas confiem em seus funcionários em relação ao uso de redes sociais no trabalho.
De acordo com a matéria, uma pesquisa recente da Nielsen aponta o Brasil como o sétimo país em termos de maior número de horas dedicadas a sites de redes sociais por usuário. Porém, algumas empresas ainda resistem em aderir à tendência.
A questão da perda de produtividade é um dos argumentos-chave para a não permissão do uso de redes sociais em ambiente corporativo. Entretanto, seguindo esta lógica, as empresas também não deveriam permitir que seus empregados utilizassem o e-mail para se comunicarem com seus amigos.
Outro receio é que os funcionários possam divulgar, pelas redes sociais, informações estratégicas confidenciais e que, com isso, os concorrentes possam ficar sabendo antecipadamente dos projetos e inovações da empresa.
Algumas redes sociais foram desenvolvidas especialmente para o ambiente corporativo. O sistema funciona exatamente igual ao Twitter e ao Facebook, porém a informação é restrita ao público interno, assim como a Intranet.
Serviços como esses criam um ambiente de trabalho mais aberto ao permitir que as pessoas saibam o que as outras estão fazendo e encorajam o compartilhamento de informações. O surgimento das redes sociais corporativas deve ser motivo para comemoração e não para levantar suspeitas. Nessas horas, confiança é palavra-chave da questão. Se a empresa confia em seus empregados, não há o que temer em relação ao uso de redes sociais nas organizações.
Para ler a matéria completa, clique aqui.
fevereiro 3, 2010 No Comments
Ombudsman: muito além das reclamações
Você alguma vez já tentou enviar um email para o ombudsman de uma empresa e nunca obteve retorno? Foi simplesmente ignorado, sem ao menos um “obrigado pelo contato”? Não se preocupe, você não está sozinho. Muitas companhias não dão a mínima atenção para essa ferramenta de comunicação e acabam por disponibilizá-la apenas como algo a mais, já que imaginam que sirva apenas para reclamações.
No entanto, é preciso atenção. Se bem utilizado, o ombudsman pode trazer muitos benefícios, inclusive para os negócios.
Um exemplo disso pode ser dado pelo próprio Grupo Foco, que tem tido contato e até fechado contratos com diversas empresas por meio da ferramenta.
E se engana quem pensa que são pequenos negócios, sem muita relevância. Empresas como a Tim, Tempo Participações, entre outras de nome forte no mercado tornaram-se parceiras da Foco devido a um ombudsman bem administrado.
É claro que o fechamento do negócio depende dos profissionais da companhia, em como conduzirão e darão procedimento a esse contato. Mas sim, o ombudsman pode ser a porta de entrada de um cliente e o canal que dará oportunidades importantes, afinal, se alguma empresa o procurou, é porque tem algum tipo de interesse na outra companhia.
Ainda acha pouco? Então saiba que apenas entre os meses de outubro e novembro o Grupo Foco recebeu um total de 39 propostas comerciais via ombudsman em todo o país, número impressionante se considerado o fato de que é um canal de contato com o cliente.
Por isso, valorizar este e todos os outros canais que a empresa disponibiliza no mercado é algo mais do que importante para entender o que o consumidor e todos os públicos pensam da marca, além de aumentar os negócios e estabelecer novas parcerias.
Você já checou hoje as novidades de suas ferramentas de comunicação?
fevereiro 2, 2010 1 Comment
Reflexões sobre o Mundo Corporativo em 2010
Temos a consciência de que somente nós podemos cuidar da carreira que queremos construir, mas é sempre importante atentar para reflexões que nos direcionem a uma revisão de prioridades e valores.
Quando se fala e mundo corporativo, muitos de nós temos o exemplo de pessoas que trabalharam por longos anos em uma única empresa sempre com muito orgulho. Já para as novas gerações, é muito mais comum encontrar pessoas trabalhando em várias empresas durante a carreira.
Isso é real e, para nos adequarmos a tal panorama nos dias atuais, precisamos tratar a nossa vida profissional com a mesma atenção e o mesmo cuidado com que tratamos a nossa “vida profissional pública”. Sempre falamos sobre planejamento estratégico, mas, na maioria das vezes, fazemos isto para os outros e deixamos a “nossa empresa” em segundo plano.
Devemos analisar o nosso valor agregado como prestadores de serviço, colocando isto no papel e identificando no mercado quem necessita destes valores.
Ficam algumas dicas de questionamentos importantes a serem feitos por você no ambiente corporativo:
- Onde você quer chegar?
- Qual é sua própria missão, visão e valores?
- Qual é o seu “Core Business”?
- Quais são os seus valores agregados?
- Quem são os potenciais “clientes” que necessitam destes valores?
Faça essa reflexão e alavanque sua carreira em 2010!
fevereiro 1, 2010 No Comments
Redes sociais são foco de discussão na Campus Party
Uma das maiores festas de tecnologia do país, a Campus Party trouxe esse ano, além de algumas inovações em termos de mídia, programação e softwares, discussões muito interessantes para as corporações em geral, principalmente no que se refere à comunicação.
As mídias sociais foram o foco em todos os sentidos: tanto para entender o que o cliente/consumidor pensa, quanto para desenvolver novas estratégias, divulgação de ações e marketing, além da possibilidade que ela oferece de estar antenado com o mercado e as tendências.
Um dos palestrantes que falou sobre o assunto, afirmou que a empresa de varejo que hoje está completamente fora das mídias sociais, está muito atrasada em relação às outras. E quando questionou o público da palestra sobre quem dali achava que as redes sociais são fundamentais em seu trabalho atual, quase 100% das pessoas levantaram a mão. Isso mostra que mais do que uma inovação ou tendência, esse tipo de meio é hoje fator básico para diversos negócios.
Nesta mesma discussão, uma frase soou forte na mente dos ouvintes: a empresa que tem foco no cliente hoje está em rede. O que demonstra a necessidade e os olhos que o próprio mercado tem dado a este formato de comunicação.
Bom, e se as empresas que têm foco no cliente (acredito que quase todas) devem estar na rede, imagine então empresas em que o core business são as pessoas?
Meios para isso não faltam, afinal, Twitter, Facebook, Orkut, LinkedIn, blogs e as inúmeras formas de estar mais perto do consumidor de forma interativa, crescem e ganham força diariamente.
E se um evento como a Campus Party, em que passam mais de 50 mil pessoas, ofereceu espaço de sobra para discutir apenas sobre essa estratégia nas corporações, é porque não é algo simples como parece.
E você? Além de estar em rede, está interagindo e tirando proveito disso para o seu trabalho?
janeiro 29, 2010 1 Comment
Resolução de conflitos
Com o aumento de ocorrências de assédio moral, as empresas precisam implementar ações para solucionar os conflitos no ambiente corporativo, melhorando os relacionamentos internos e o clima organizacional, além de aprimorar, por conseqüência, a produtividade e lucratividade.
Hoje em dia, sabe-se que há várias ações com o objetivo de otimizar as relações de trabalho, tais como diálogos, terapias e dinâmicas de grupo, visando melhorar os processos nas organizações por meio do estabelecimento de regras simples: ouvir, não julgar, prezar a ética e o respeito, entre outras.
Porém, além dessas alternativas, há algumas maneiras de se refletir para atuar positivamente diante dos conflitos no seu espaço de trabalho. Confira as dicas!
- Sempre desconfie da primeira impressão que algo ou alguém passa a você. Tenha flexibilidade e pense duas vezes antes de formar uma opinião.
- Entre dois indivíduos, há no mínimo três certezas: a sua, a da outra pessoa e a verdade. Fique atento!
- Reconheça se estiver errado. É difícil, mas possível.
- Controle seus impulsos e utilize os suportes disponíveis.
- Ouça antes de falar.
- Busque e encontre pontos em comum com o outro.
- Agradeça o interesse e apoio de seus colegas de trabalho.
- Pense duas vezes antes de agir.
- Busque a união colaborativa entre os envolvidos na tarefa. Todos só têm a ganhar com isso!
Com essas atitudes, ficará mais fácil promover a harmonia e a resolução de conflitos no ambiente corporativo. Invista nisso e boa sorte!
janeiro 28, 2010 1 Comment
Aprendendo a ouvir
Há muitas formas de se ter um bom desempenho na carreira para conquistar uma posição de liderança. Porém, existem dois diferenciais que tornam uma pessoa realmente apta para tomar decisões estratégicas e obter um rumo profissional consciente: estar disponível e saber ouvir. Manter-se disponível exige disciplina, generosidade e, principalmente, ter o desejo genuíno de estar com as pessoas. Já o ato de saber ouvir é estar atento aos pequenos detalhes do ambiente, às sutilezas de cada problema e ao que cada situação tem de única.
É essa a reflexão feita pelo professor da EAESP-FGV, Luiz Carlos Cabrera. Segundo ele, a prática de ouvir exige concentração, disponibilidade, rapidez de raciocínio e poder de síntese. Acima de tudo, é preciso aprender a ouvir ativamente, pois também existem os ouvintes passivos, que olham como se estivessem prestando atenção, mas estão com a cabeça em outro lugar. Quem ouve ativamente participa da conversa, indaga, estimula e pede explicações mais detalhadas.
Por que ouvir pode me ajudar a ser líder? Porque estamos nos tornando surdos. Diariamente, lemos e respondemos e-mails, nos conectamos a mais pessoas nas redes sociais, lemos o que elas escrevem e elas nos leem. Porém, não as ouvimos!
O professor sugere que as pessoas procurem exercitar a audição. No lugar do e-mail, vá até a pessoa com quem deseja falar, que às vezes está na sala ao lado. Faça isso periodicamente e exercite sua capacidade de ouvir. Mostre interesse. Essa combinação de disponibilidade associada ao ato de ouvir serve para tudo. Melhora as relações pessoais, afina o respeito e cria uma consciência de parceria, que é fundamental neste complexo mundo moderno.
Siga a dica do professor e construa um ambiente de trabalho melhor!
janeiro 27, 2010 No Comments





















