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Na prática, como saber se você é ou não um profissional proativo? Como saber se apresenta ou não as principais competências que todas as empresas valorizam? De acordo com a palestrante e consultora de recursos humanos Meiry Kamia, o primeiro passo é procurar saber o que significa cada um desses conceitos. Um exemplo: o que realmente é proatividade? “Proatividade é ter a capacidade de prever problemas e reagir a eles”, diz Meiry, ressaltando que tal atitude vai muito além da simples intenção de fazer alguma coisa: é preciso ter uma ação. “Existe muito problema de conceito, as pessoas usam palavras que nem sempre sabem o que significam”, lembra Meiry. A mesma lógica serve para todas as outras competências. Depois de definir bem o conceito, o profissional consegue observar sua atuação, fazendo uma autoavaliação. Em relação às suas habilidades de comunicação, por exemplo, veja a quantidade de problemas que você teve nas últimas semanas. Se for um número alto, isso pode sinalizar que alguma coisa está errada. Já para saber se você é um profissional centralizador, veja a quantidade de atividades que está tocando. “O indivíduo centralizador está sempre abarrotado de coisas para fazer. Sempre estressado”, diz Meiry. Isso acontece, muitas vezes, pois esse perfil de trabalhador não confia nas outras pessoas. “Acredita que só ele faz o serviço bem feito”, explica a consultora. Outra estratégia que ajuda é fazer uma lista – no início do dia – de todas as atividades que precisam ser realizadas. Ao final, o profissional deve checar tudo que foi ou não feito, tentando identificar o que aconteceu para que determinadas tarefas não fossem realizadas. Ainda, lembre-se de que “o profissional deve sempre trabalhar junto ao chefe e perguntar ao gestor o que espera dele”, diz Meiry. Portanto, se seu chefe não deixa claro qual o seu papel na empresa, pergunte. Essa postura pode fazer toda a diferença. Afinal, como você vai melhorar se não sabe para onde deve ir? Fonte: Portal InfoMoney
O foco é voltado para você, jovem talento, que busca oportunidade em uma empresa em crescimento e que quer construir uma carreira sólida ao lado de pessoas que irão apoiar o seu desenvolvimento. Há duas possibilidades de candidatura, para os programas de estágio ou de trainee da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Na opção “estágio”, há vagas para estudantes dos cursos de Engenharia Civil e Ambiental, Arquitetura e Administração, com formação prevista entre julho/2013 e julho/2014. Na opção “trainee”, há oportunidades para jovens formados entre julho/2012 e dezembro/2012, nos cursos de Engenharia Civil, Contabilidade, Administração e Publicidade & Propaganda. Para ambos os programas, é desejável ter o idioma inglês. Conheça mais detalhes e faça sua inscrição em: http://www.focotalentos.com.br/or2012/. Participe!
Para alguns brasileiros, estudar fora do Brasil está se tornando o principal objetivo para a carreira estudantil. Os jovens procuram conquistar seus diplomas nas melhores universidades do mundo, onde facilmente se encontram os especialistas das áreas que gostariam de seguir. Algumas empresas brasileiras investem na carreira de jovens interessados em ingressar em universidades norte-americanas, oferecendo programas estudantis em que os alunos, além de realizarem o sonho de estudar nos Estados Unidos, ainda têm a oportunidade de conviver com a cultura local e extrair aprendizados valiosos, que vão acompanhá-los por toda a vida. A Exchange International é especialista no processo de assessoria educacional para alunos interessados em ingressar em Universidades e Junior Colleges nos Estados Unidos, por meio de programas acadêmicos únicos para aqueles que buscam investir em estudos de qualidade e adquirir experiência internacional. A maior preocupação da Exchange é oferecer aos alunos e suas famílias as melhores opções de estudo, de acordo com as aptidões e objetivos, para viabilizar a realização de um sonho e a conquista de um diploma em universidades norte-americanas, afinal, na lista das 100 melhores universidades do mundo, 44 estão nos EUA, de acordo com pesquisa divulgada pelo Times Higher Education. Hoje em dia, é comum uma família gastar mais para manter um filho estudando numa universidade no Brasil do que nos EUA. Os benefícios para quem quer estudar nos EUA são muitos, tais como qualidade de ensino e estruturas de primeiro mundo, professores qualificados, convivência com alunos de outros países, aprender inglês de verdade e adquirir vivências únicas, que vão contribuir positivamente para o crescimento pessoal e profissional. De acordo com o relatório anual “Open Doors 2010”, 8.786 brasileiros estão matriculados no país em escolas de ensino superior, cursando graduação, pós ou inglês nos EUA. “Estudar no exterior deixou de ser somente um sonho distante e passou a ser uma realidade para muitos brasileiros, graças ao real fortalecido em relação às outras moedas, principalmente ao dólar”, revela Camila Ferreira, diretora acadêmica da Exchange. Fonte: Último Instante
Para que seu trabalho seja considerado eficiente, não basta fazê-lo bem feito. Você precisa realizar bem as suas tarefas dentro do prazo estipulado para elas. Mas, como fazer isso com tantos compromissos diários? Confira 4 dicas simples que podem ajudar você a não perder mais nenhum prazo de entrega: 1. Faça uma revisão semanal 2. Imagine que você se esqueceu das suas tarefas 3. Divida as tarefas em partes gerenciáveis 4. Trabalhe com prazos antecipados Siga as dicas e SUCESSO! Fonte: Universia Brasil
Pensando nisso, o Portal InfoMoney apontou os principais mitos que cercam essa questão. Confira abaixo. Escolher uma carreira é simples - O truque de se inscrever em vários vestibulares de áreas diferentes e esperar para saber em qual curso foi aprovado poderá resolver a dúvida no princípio. Entretanto, se o estudante não gostar do curso, ou terminará a faculdade a contragosto ou voltará à estaca zero, tendo de optar de novo por outro curso. Para evitar que isso aconteça, é fundamental a reflexão. A escolha da profissão deve ser baseada nas vocações da pessoa. Isso ela saberá por meio da autorreflexão. Um profissional pode me dizer que carreira devo escolher - De maneira nenhuma. A escolha da profissão cabe apenas à pessoa. O especialista poderá ajudar, para que quem estiver em dúvida descubra suas vocações, mas nunca escolher por ele. Dificilmente ganharei minha vida com um hobby - Geralmente, o hobby é algo que a pessoa ama fazer e, quando se trabalha com o que se gosta, a chance de ser bem-sucedido é muito maior. Muitas pessoas não se dão conta disso e deixam passar esta oportunidade. Quem ama o que faz trabalha com brilho nos olhos. Devo escolher carreiras em que faltam mais profissionais no mercado - Não é porque faltam profissionais nas áreas de Engenharia e TI (Tecnologia da Informação) que essas profissões devem ser escolhidas. O apagão de profissionais pode ser algo momentâneo. O mercado é muito dinâmico, tudo muda rapidamente. Quem disse que faltarão engenheiros daqui a 10 anos? Profissões que estão na moda podem garantir mais empregabilidade - Nem sempre. Se a pessoa trabalhar com algo de que ela não gosta, só porque há muitas oportunidades no mercado, será um profissional sem motivação e isso refletirá em sua empregabilidade. Quem se baseia em fatores externos tem mais chance de ser mal sucedido. Ganhar dinheiro é o que mais importa na escolha da carreira - É a mesma coisa de colocar o ter no lugar do ser. O dinheiro, na escolha da carreira, é algo superficial. Em algum momento, o retorno financeiro não será o suficiente para que o profissional se sinta feliz e satisfeito. Se seguir os passos do meu pai/mãe, tudo será mais fácil - Pode até ser que exista facilidade, mas, se a pessoa não tiver vocação para aquela profissão, também será infeliz na sua escolha. Se for uma imposição dos pais, o profissional trabalhará por trabalhar, sem vontade e sem motivo. Ao escolher uma carreira, ficarei sempre preso a ela - Como o mercado é dinâmico, é possível ingressar em outra área ou até mesmo escolher outra profissão. Muitas pessoas vão em busca do plano B, como dar aulas, ser consultor, abrir um negócio, quando algo está incomodando na carreira. Se eu mudar de carreira, tudo que eu aprendi (competências técnicas) não será aproveitado - Conhecimento sempre é aproveitado. Talvez o profissional não utilize diretamente suas competências técnicas, mas, indiretamente, elas poderão ser aproveitadas. A escolha da carreira deve estar sempre atrelada à graduação - É possível pensar em uma carreira sem ter o Ensino Superior. Um curso profissionalizante pode, sim, oferecer uma carreira ao profissional. Um setor que tem gerado muitas oportunidades é o de serviços, que não precisa obrigatoriamente que o profissional tenha completado o Ensino Superior. Fique de olho e boa sorte!
É o que revela o estudo “Competing Across Borders: How Cultural And Communication Barriers Affect Business”, realizado pela The Economist Intelligence Unit (EIU) em parceria com a EF Education First (EF). Entretanto, quase um quarto (26%) diz que a habilidade de falar outros idiomas é relevante apenas para cargos específicos. Durante processos seletivos, 13% das empresas afirmam que é essencial que o candidato fale outras línguas, enquanto outros 13% dos entrevistados afirmaram que não levam esse fator em consideração. O levantamento ainda lista as línguas que os executivos consideram ser a o idioma dos negócios internacionais: inglês (68%), mandarim (8%) e por último, o espanhol (6%). Globalmente, 64% dos executivos afirmaram que diferenças idiomáticas e culturais dificultam a conquista de uma posição no mercado. Para Therese Otterbeck, country manager da EF Corporate Language Learning Solutions no Brasil, a fluência no inglês, por exemplo, não basta, é preciso vivenciar outras culturas. “Algumas barreiras culturais são hábitos locais que vão desde a maneira de cumprimentar ao respeito pela pontualidade”, afirma. O estudo teve como base entrevista com 572 executivos ao redor do globo. Fonte: Portal Exame
De acordo com a nutricionista, farmacêutica e bioquímica Andrea Veronezzi, hábitos alimentares inapropriados podem afetar não só a saúde de um profissional, mas também comprometer o desempenho no trabalho. “Um indivíduo mal alimentado tem o raciocínio mais lento, sente desânimo, mau humor, sono e cansaço. Além disso, com o passar do tempo, ele pode apresentar problemas físicos, como diabetes, hipertensão, enxaquecas, entre outros, o que certamente reduzirá sua produtividade”, explica. Motivos Mas você sabe por que isso costuma ocorrer? Por uma dieta desequilibrada, causada por hábitos alimentares não tão corretos assim. “O corpo precisa de equilíbrio e isso só pode ser alcançado com a ingestão de diversos grupos alimentares, ou seja, de vitaminas, minerais, proteínas, carboidratos e gorduras”, esclarece Andrea. Segundo a nutricionista, cada grupo de alimentos costuma ter um papel diferente no organismo, sendo responsável por uma função vital do corpo. “O ovo [gema] é uma fonte de colina, responsável pela formação de membranas celulares e que também atua como fonte de energia para o cérebro. Já os vegetais e as frutas são alimentos antioxidantes”, explica. A profissional cita como exemplos as frutas vermelhas ricas em flavonóides, que ajudam a previnir o envelhecimento das células. Desempenho em alta Por isso, não adianta fugir: quem quiser se ver longe de problemas no trabalho pode fazer isso apenas apostando em uma alimentação mais saudável. “As pessoas perceberam que uma alimentação saudável está relacionada com qualidade de vida, prevenção de doenças e, principalmente, longevidade”, relata Andrea, que ajudou o Portal InfoMoney a preparar uma lista com os principais alimentos que podem ajudar a melhorar o desempenho profissional. Se você deseja… Estimular a memória e ser mais criativo: prefira alimentos como as carnes magras (principalmente peixes), oleaginosos, ovos, vegetais e frutas, afinal, esses são os alimentos mais aconselháveis para quem precisa de uma forcinha extra nessa área. “O peixe possui um ácido-graxo chamado ômega 3, que auxilia na oxigenação das células e também apresenta fósforo em sua composição – mineral que se destaca como uma importante fonte de energia”, explica Andrea. Exercitar-se também pode ser uma boa pedida, já que os exercícios estimulam o cérebro e preservam a memória. Ser mais ágil nas tarefas: dê preferência aos carboidratos em geral, como as barrinhas de cereais, pães, torradas, bolachas, massas, arroz e batatas. E lembre-se de que os alimentos integrais costumam ser os mais indicados, já que contêm fibras e vitaminas do complexo B. Quem não gostar muito das opções mencionados anteriormente pode apostar na soja, no tofu, no leite (e proteínas) de soja, nas nozes e amêndoas. “Absorvido lentamente pelo organismo, o carboidrato costuma ser uma importante fonte de combustível. Já a soja e os derivados se mostram alimentos essenciais para a função motora, justamente por possuírem um aminoácido chamado tirosina”, diz Andrea. Melhorar o humor: leite e derivados, assim como grão de bico, ervilha, feijões, banana, abacate, aveia, frutas oleaginosas, semente de gergelim e girassol são ideais para quem tem problemas de humor. Isso porque, segundo conta a nutricionista, esses alimentos contêm triptofano, ácido fólico, vitamina B6 e tirosina, que regulam os neurotransmissores (serotonina, dopamina e noradrenalina), responsáveis pelo humor. Enxergar melhor: para quem passa muito tempo na frente do computador e precisa de um estímulo extra para a visão, os alimentos com pigmentação laranja, vermelha e amarelada podem ser uma boa opção alimentar. São exemplos as frutas como a laranja, o mamão, a cenoura, o caqui e a abóbora, que contêm vitamina A. “Tal vitamina é uma das principais protetoras da função ocular. Além disso, alguns alimentos ainda contêm luteína, excelente antioxidante para a saúde dos olhos”, conta Andrea. Ter mais força física: nesse caso, os cereais integrais, frutas, vegetais e carnes são a melhor opção, já que são fontes de carboidratos, vitaminas e minerais responsáveis pela liberação de energia e ainda apresentam uma proteína que ajuda na recuperação e construção muscular. Reduzir o estresse: se o ambiente de trabalho for muito estressante, uva, brócolis, repolho, couve, cereais integrais e até mesmo a linhaça podem ajudar. A melancia, o tomate, a goiaba, o mamão e peixes também podem ser uma boa pedida, por apresentarem substâncias focadas no combate aos radicais livres, como os fitonutrientes, vitaminas, minerais e ácidos graxos – que, em outras palavras, reduzem o estresse. Combater o sono: busque substâncias estimulantes que acelerem o sistema nervoso central e melhorem o estado de alerta. “Se optar por alguma que contenha cafeína (chá verde, chá preto, chá mate e café), use-a com moderação e nunca após as refeições principais, pois elas reduzem a absorção de alguns nutrientes”, explica Andrea. Contudo, se sua preferência for por temperos e especiarias, a canela, o gengibre, a noz-moscada e a pimenta podem ajudá-lo a se manter mais alerta no trabalho. Combater a preguiça após o almoço: fuja da gordura! Essa é a melhor dica para quem não deseja sentir aquele desânimo após o almoço. Uma outra recomendação é evitar, de forma geral, os alimentos de lenta digestão. “O açúcar refinado, por exemplo, fornece uma carga rápida de energia, mas a sensação de moleza vem logo a seguir”, orienta a nutricionista, que reforça a importância de se comer pouco. “Comer muito de uma só vez mobiliza um esforço exagerado do corpo para a digestão e, com isso, não sobra ‘gás’ para mais nada”, argumenta. Fique de olho em sua alimentação e obtenha cada vez mais sucesso! Por Sílvia Gusmão Ramos*
Atualmente, o mercado apresenta oportunidades de emprego com ótimos salários e, em alguns casos, vagas sobrando à espera de novos talentos. Os cursos tradicionais como Direito, Medicina e Engenharia dividem espaço com uma centena de novas carreiras. São graduações que surgem da ramificação de outras devido ao entrelaçamento das áreas do conhecimento ou para suprir a necessidade do mercado. Aparecem nessa relação Engenharia de Alimentos, Engenheiro Ambiental, Engenharia de Materiais, Gastronomia, Cinema e tantas outras como Museologia e Jogos Digitais. Em pesquisa realizada pelo Portal Educacional e divulgada em 2011 pelo jornal Folha de São Paulo, na fase de inscrições para os principais vestibulares do País, 54% dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio ainda não estavam decididos sobre qual carreira seguir. Resultado: jovens com dúvidas entre profissões totalmente distintas como Engenharia e Jornalismo; Medicina e Gastronomia; ou Veterinária e Direito. Escolhas equivocadas, segundo a pesquisa do Portal Educacional, são responsáveis pela evasão de cerca de 40% do total de matriculados nas universidades brasileiras Toda essa indecisão está diretamente ligada ao fato do estudante ter um leque maior de carreiras a escolher e também à dificuldade de discriminar sozinho entre o que os pais desejam – muitas vezes as tradicionais profissões (leia-se Direito, Medicina e Engenharia) – e o que querem seguir como rumo profissional. Alia-se a isso a utilização, principalmente, de meios informais para tomar a decisão. Uma pesquisa realizada, recentemente, pela Trajeto constatou que ainda são pouco procurados os serviços de orientação oferecidos pelos colégios ou realizados por profissionais especializados. Sem esse acompanhamento, a decisão termina ancorada em bases frágeis, como “Tecnologia da Informação é coisa para nerd” ou “Veterinária é para quem gosta de animais”. As escolhas realizadas superficialmente têm efeito ainda no aumento do índice de evasão universitária. O jovem inicia uma carreira sem saber o que vai encontrar pela frente. Hoje, nossa prática evidencia que o abandono dos cursos acontece já no primeiro ano. Escolhas equivocadas, segundo a pesquisa do Portal Educacional, são responsáveis pela evasão de cerca de 40% do total de matriculados nas universidades brasileiras. Por isso, o último ano do Ensino Médio é tão importante para a vida do jovem. Além de ser um rito de passagem para a fase adulta, é um momento importante para definições, inclusive, sobre o projeto de vida. Um período que exige atenção e a potencialização de iniciativas dos pais e dos colégios junto aos estudantes, para que não se amplie a lista de profissionais desmotivados e frustrados, assim como dos espaços carentes de mão-de-obra qualificada para um mercado de trabalho em ascensão. *Sílvia Gusmão Ramos é psicanalista e consultora Fonte: NE10 – UOL
Para garantir novas oportunidades de trabalho depois do fim do estágio, a Universia Brasil ouviu especialistas em recrutamento e seleção de estudantes. Veja a seguir 5 dicas para se manter o “passe livre”: 1 – Comprometimento com as tarefas 2 – Cumpra os horários 3 – Rede de contatos 4 – Feedback reverso 5 – Lupa na reta final Fique de olho e SUCESSO!
No Brasil, os primeiros programas de trainees surgiram em 1960, mas é na década de 90 que eles ganham destaque. A partir de então, e principalmente nos últimos cinco anos, cada vez mais empresas utilizam tais plataformas para o desenvolvimento de jovens profissionais. De maneira geral, os candidatos a trainees passam por extensos e rigorosos processos de seleção, que avaliam características comportamentais, conhecimentos gerais e técnicos. Ao final desta fase e antes de começar seu programa de desenvolvimento, os jovens já podem ser considerados vencedores, pois eliminaram muitos candidatos (algumas vezes milhares deles), para dar os primeiros passos rumo ao sucesso profissional. Contudo, para que o trainee possa exercer todo seu potencial, torna-se necessária uma formação profissional que o faça pensar e agir de forma crítica e criativa. “Os principais desafios no trabalho com os jovens estão relacionados à sua postura diferenciada frente aos profissionais das outras gerações. Os jovens têm muita facilidade com as tecnologias, o que determina uma série de mudanças nas relações no ambiente interno e externo das empresas”, explica Alexandre Santille, Sócio-Diretor do LAB SSJ. Os processos são um investimento no futuro da organização, que propiciam a melhoria contínua em termos de qualidade do pessoal. Os participantes recebem treinamento planejado e são orientados por profissionais de alto nível. Além disso, participam ativamente de diferentes atividades, enquanto são continuamente acompanhados pelo seu coaching/ mentoring. Há alguns anos, a aprendizagem corporativa estava baseada apenas no ensino de habilidades técnicas. Entretanto, em um mundo interligado e sem barreiras, as características comportamentais ganham importância e as competências relacionadas à comunicação, criatividade e tomada de decisão ganham espaço de destaque. Saiba mais clicando aqui! Por Bernt Entschev*
Aqui, falo principalmente com os jovens, que, ainda no início da carreira, possuem tempo livre para investir alguns meses ou anos fora do país. Diversas agências de turismo e intercâmbio oferecem programas de High School, cursos de idiomas e trabalho. Todos eles possuem suas vantagens e ajudam o jovem a amadurecer e aprender a lidar com os mais diferentes tipos de pessoas e situações. Aparentemente, fazer um programa de intercâmbio ainda no ensino Médio, com dezesseis ou dezessete anos, pode não parecer um grande investimento para a carreira, mas acredite: é um grande diferencial no mercado de trabalho. Os benefícios de aprender um novo idioma e uma nova cultura são óbvios e com certeza contarão muito no currículo. Entretanto, o que o currículo não mostra é a rica experiência que aquele profissional viveu. Ao morar fora do seu país de origem, longe das pessoas que irão te acolher em qualquer situação, o jovem aprende a ter responsabilidade sob as suas próprias atitudes. Ele aprende quais são os seus limites, como se relacionar com pessoas completamente desconhecidas e que falam outro idioma – o que torna a experiência um desafio ainda maior. Além disso, o jovem descobre, longe de pais, avós, amigos e professores, quais são, realmente, os seus interesses e passa a se conhecer melhor. Consequentemente, identifica aptidões, qualidades, preferências, dificuldades e limitações. Isso torna qualquer pessoa não somente um profissional melhor mas, principalmente, um ser humano melhor – alguém mais sociável, mais responsável e independente. A capacidade de adaptação em um lugar com hábitos, cultura e costumes diferentes é um diferencial visto pelos profissionais de RH que buscam talentos no mercado. Normalmente, o profissional que fez um intercâmbio é flexível e tem uma visão geral do mundo, ou seja, não se limita a pensar “dentro da caixinha”, como dizem por aí. Levando isso tudo em consideração, arrisco dizer que qualquer experiência de intercâmbio é válida desde que a pessoa saiba aproveitá-la. Não adianta passar meses fora do Brasil se não aprender um novo idioma, não socializar com as pessoas locais ou não aprender sobre a cultura da região. Quem está disposto a fazer um intercâmbio, deve vivenciar uma completa imersão em outra cultura. Deve estar disposto a sair da sua zona de conforto e explorar novas experiências de vida, de cultura e de trabalho. Se isso for feito, com certeza os resultados a curto e longo prazo serão muito positivos. *Empresário com mais de 36 anos de experiência junto a organizações nacionais e internacionais, Bernt Entschev é fundador do Grupo De Bernt. Nascido na Alemanha, já ocupou diversas posições executivas na Souza Cruz, além de ter sido CEO e membro do Board da Manasa. Fonte: Revista Amanhã
Vagas para jovens que tenham concluído a graduação entre julho de 2010 e dezembro de 2011, nos cursos de Administração de Empresas, Administração de Empresas com foco em Marketing, Direito, Economia e Engenharias. É necessário ter disponibilidade para viagens e mudanças de cidade ou estado, além de inglês avançado e domínio de informática como usuário (Pacote Office e Internet). Inscrições até dia 02 de maio pelo link: http://www.focotalentos.com.br/gruposaga2012/. Participe!
Confira a seguir lista dos 8 melhores empregos para jovens: 1) Auxiliar Odontológico 2) Assistente Clínico ou Técnico de Enfermagem 3) Fisioterapeuta 4) Instrutor de aeróbica e fitness 5) Técnico de Farmácia 6) Tecnólogo Cirúrgico 7) Representante de Atendimento ao Cliente ou Telemarketing 8 ) Técnico de Proteção e Ciência Ambiental Fonte: Universia Brasil
Cada vez mais está surgindo um outro formato de apresentação, que considera, inclusive, o que as pessoas postam nas mídias sociais. Antigamente, o portfólio era formado por diplomas e alguns trabalhos realizados pelo profissional. Tal modelo ainda é interessante, mas hoje as mídias sociais também entram como dados de exposição. Por isso, é preciso prudência com o que se coloca na rede. O que observar? Para que o portfólio seja interessante ao recrutador, independentemente se o material é ou não virtual, é importante mostrar-se sempre atualizado, além de priorizar destacar os projetos mais recentes, sendo que é necessário observar a questão da confiabilidade no que diz respeito à empresa anterior. Sobre as redes, que também acabam assumindo o papel de divulgar o trabalho do profissional, é essencial manter os perfis sempre atualizados, participar de grupos de discussões relevantes para a profissão, bem como compartilhar links interessantes. Ao participar de um processo seletivo, contudo, é muito importante que a pessoa estude o perfil da empresa, já que, em companhias mais tradicionais, chegar despreparado pode contar pontos negativos ao candidato. Para saber mais, clique aqui. Fique de olho e boa sorte!
A aterrissagem numa nova empresa é sempre um desafio para a carreira e isso mexe com toda a questão comportamental. Na berlinda, estão aspectos relacionados ao domínio que você tem sobre determinados conhecimentos técnicos para o cargo em questão, fatores de alinhamento com a cultura da empresa e questões comportamentais. Confira no que os profissionais recém-contratados mais erram nos primeiro 90 dias dentro da empresa. 1. Não buscar se ambientar Qual o primeiro grande erro de um recém-chegado na empresa? O famoso “chegar chegando”, sem compreender muito bem quais as entrelinhas das relações e cultura da companhia em questão. O profissional chega querendo dar o tom, enquanto deveria entender quais são os códigos. Sem compreender isso, ele erra muito a mão já nas primeiras impressões. A pessoa chega com a ansiedade de querer gerar resultado logo e mergulha no dia a dia, mas acaba atropelando tudo. Se o profissional dedicasse, pelo menos, uma hora por dia para estudar a empresa, provavelmente geraria um resultado melhor. 2. Falta de resiliência Mudar de emprego sempre é uma excelente chance para se reinventar. Poucos, contudo, conseguem dominar suas emoções e expectativas para lidar com esse fato. Se a pessoa não tiver resiliência e capacidade de se adaptar ao novo contexto, vai deixar de correr riscos, por medo. Para não entrar nesse círculo, a dica é aproveitar o momento para também fazer um mergulho dentro de si. Isso mesmo. Procure se conhecer mais e, principalmente, romper os limites e paradigmas que teimam em manter você na mesma toada desde sempre. 3. Não estar pronto para aprender Fórmulas seguidas exaustivamente ao longo de uma carreira não necessariamente serão efetivas em novos contextos. Muitos profissionais, contudo, se esquecem dessa realidade e se fecham para outros conceitos e aprendizados. Rejeitar a ideia de que novos contextos de trabalho, muitas vezes, exigem novas competências e conhecimentos pode ser o primeiro passo. O executivo que chega com um modelo mental fechado ou que não tem essa disponibilidade para aprender erra muito. 4. Fechar as portas para o feedback Por medo de manchar sua reputação logo de cara, há quem prefira ocultar prováveis problemas ou descompassos nos primeiros meses de companhia. Se você integra esse grupo, sinal vermelho. No dia D, quando começa o trabalho, é necessária uma comunicação clara para fazer alguns ajustes de expectativas. O profissional precisa se posicionar. 5. Não focar nos relacionamentos Os três primeiros meses também são essenciais para formar alianças e investir nos relacionamentos com os novos colegas de trabalho. Muitos, contudo, focam demasiadamente na área técnica e deixam as pessoas para segundo plano. Estabelecer vínculos abre a porta com quem pode ajudar você, mas, principalmente, oferece uma visão mais completa e abrangente sobre a realidade da empresa. Fique atento e boa sorte! Fonte: Info Exame
Não ser reconhecido, em um primeiro momento, é ruim para o estagiário que está construindo sua carreira, pois o jovem já não dispõe de tanta experiência profissional e depende muito do seu gestor, que lhe serve de espelho, para a execução de suas atividades. Por vezes, a situação chega a ser tão ruim, que não raro perturba mais do que a própria falta de respeito, sendo que esse último item é o que mais faz com que os estagiários saiam do sério. E, desrespeito à parte, a tolerância ao ser advertido na frente de outros colegas da companhia também não costuma ser das melhores. Os jovens querem ser respeitados, reconhecidos, mas nem sempre fazem isso da maneira tradicional. Essa característica é muito comum na geração Y, mesmo. Contudo, é preciso lembrar que reconhecimento e respeito não se ganham do dia para a noite, mas se conquistam com o tempo. Por isso, é preciso ter paciência. Fonte: Portal InfoMoney
Quando consegue um estágio ou uma vaga de trainee numa empresa de excelente reputação, o jovem é estimulado e até orientado a planejar sua carreira. Em alguns casos, além de receber treinamento interno, obtém algumas facilidades para continuar sua formação em cursos de especialização ou pós-graduação. Nesse caso, será bem mais fácil para o jovem ter uma visão holística da profissão que pretende abraçar e identificar quais as habilidades que deverá desenvolver para ter sucesso na carreira que escolheu. Paradoxalmente, aumentaram as dúvidas e as incertezas sobre a carreira a seguir. Uma das evidências é o alto índice de evasão no ensino superior. De acordo com dados do Ministério da Educação, de 2008 para 2009, 896.455 estudantes abandonaram a universidade. Esse número representa mais de 20% do universo de alunos matriculados. Nos cursos de engenharia, uma das profissões tradicionais de maior prestígio e em alta no mercado, o índice de evasão chega a 50% em algumas escolas, segundo a Confederação Nacional da Indústria, que lançou um plano para reduzir o abandono. Não existe um estudo geral e conclusivo sobre os motivos que levam o jovem a abandonar a universidade. Os especialistas apontam várias razões, como dificuldades financeiras do aluno, o que, imagina-se, afeta principalmente estudantes das instituições privadas. Mas estudos setoriais mostram que a “falta de vocação” está entre os principais motivos alegados pelos universitários quando desistem dos cursos. Descobrir a vocação antes de entrar para uma universidade é um grande desafio para os jovens do mundo de hoje. Com os avanços vertiginosos na ciência, o surgimento de novas tecnologias que mudam até a forma de pensar e as transformações no mundo corporativo, estão surgindo muitas profissões novas num ritmo que não conseguimos acompanhar. E, infelizmente, grande parte dos jovens não tem condições de sequer obter informações sobre profissões que poderiam atraí-lo. Só depois de começar a frequentar um curso superior é que muitos estudantes descobrem que queriam outra coisa na vida. Mesmo depois da formatura, muitos desistem de trabalhar na área objeto do curso de graduação, e buscam espaço em outra carreira. O mercado está cheio de engenheiros que optaram por trabalhar no mercado financeiro, em administração de empresas e até em marketing, só para citar um exemplo. O planejamento da carreira, portanto, é um desafio a qualquer momento da vida. O importante é que, desde cedo, se abram para os jovens todas as janelas do mundo. Descobrir a vocação antes de entrar para uma universidade é um grande desafio para os jovens do mundo de hoje. Fonte: O Educacionista
O objetivo é preparar profissionais recém-formados e caracterizados como futuros potenciais, para posteriormente ocuparem cargos de comando dentro da organização. Há vagas para jovens que tenham ensino superior completo há no máximo dois anos, nos cursos de Engenharia, Economia ou Administração. As oportunidades são destinadas também àqueles que tenham pós-graduação, há no máximo dois anos, em Engenharia Sanitária. A empresa busca candidatos com visão de negócio e capacidade de gerar resultados, além do desejo de aprendizado contínuo. É necessário ter disponibilidade para transferência de cidade. A companhia oferece salário compatível ao mercado, além de benefícios como assistência médica e odontológica, vale-refeição e/ou alimentação, seguro de vida, previdência privada e participação nos lucros. Inscreva-se até 15 de abril pelo link: http://www.focotalentos.com.br/grupoaguasdobrasil2012/. Participe!
O estudo anual havia informado anteriormente que 40% das companhias participantes checavam as redes sociais de quem tentava ingressar, mas essa é a primeira vez em que foi confirmada a rejeição de candidatos por sua identidade online. “O homem do século 21 está aprendendo que cada ação deixa um incrível rastro digital. Nos próximos anos, muitos de nós seremos desafiados pelo que tornamos público em vários fóruns sociais hoje”, disse Mads Christensen, diretor de redes na Eurocom Worldwide. “O fato de um em cada cinco candidatos ser desqualificado de uma entrevista de trabalho por conta de seus conteúdos sociais é um aviso às empresas e um verdadeiro indicativo da realidade digital em que vivemos agora”. A Computerworld do Reino Unido participou do evento e-Skills na semana passada em que estudantes de graduados da universidade ITMB (Information Technology Management for Business) se reuniram para discutir habilidades e buscar empregos. A gerente de desenvolvimento profissional Kate Ross fez uma palestra no encontro e destacou alguns pontos importantes no gerenciamento do seu perfil na internet. “É importante gerenciar a sua presença digital e se atentar a coisas como sua página no Facebook, porque vamos acessá-la quando você estiver buscando um emprego conosco”, disse Kate. “Valorizamos candidatos com forte presença no mundo digital e temos muitos recém-formados chegando às empresas com sites próprios e incríveis conteúdos compartilhados em seus perfis no Twitter. Somos encorajados internamente pela IBM a construir nossa própria eminência digital”. Kate entregou aos participantes um manual de como lidar com a vida digital, intitulado “Managing Reputation in the Digital World: IBM Recommendations for Applicants and Prospective Employees”. Um trecho do livro diz: “Cada indivíduo é responsável por sua reputação online, e deve cuidadosa e ativamente gerenciar sua reputação no mundo digital, um lugar em que informações e imagens que você publica podem se tornar públicas e possivelmente irão se espalhar rapidamente, e que podem ser consideradas por potenciais empregadores”. O manual adverte aos estudantes que pensem antes de publicar algo em uma rede social, que sempre sejam positivos e construtivos, para considerar uma luta a longo prazo pelo profissionalismo. Fonte: IDG Now!
Por Ana Tolezano
Por meio do estágio, o aluno tem a chance de conhecer os processos existentes na futura profissão, além de descobrir as possibilidades de atuação dentro da especialidade selecionada, o que já o proporciona um diferencial competitivo ao término do curso. A realização do estágio durante o período da graduação é, sem dúvida, uma ótima estratégia para o acadêmico uma vez que o universo de trabalho contemporâneo está em período de transformação marcada pela tendência à extinção das funções e operações generalistas, dando lugar à inserção de pessoas que apresentam um nível mais alto de especificação na carreira. Para a professora da Faculdade Pitágoras de Uberlândia, Scheila Maria Ferreira Silva, psicóloga por formação, o mercado está cada vez mais exigente e inovador, sendo o avanço da tecnologia um dos responsáveis pela necessidade de readequação do profissional. “Hoje encontramos muitas pessoas à disposição para trabalhar, mas as qualificadas são minoria. Para que o profissional obtenha mais chances de sucesso é necessário estar apto a atender às exigências e as mudanças que o mercado vem passando”, afirma. Segundo a docente, o papel da educação é de suma importância para o aperfeiçoamento, pois contribui para a formação de mão-de-obra especializada, capaz de se adequar às ofertas e obter salários maiores. “Antigamente, para conseguir um bom emprego era preciso apenas uma formação superior. Porém, nos dias atuais, para conquistar o trabalho dos sonhos é importante mais que um diploma. É preciso falar mais de uma língua, ter experiência prática, ser dinâmico, flexível, entre tantas outras qualificações”, completa. A contratação de estagiários permite que as empresas se mantenham atualizadas, uma vez que os jovens são mais positivos às mudanças de paradigmas e trazem a vanguarda dos procedimentos arraigados, apresentando à comunidade o compromisso com a formação de profissionais competentes dentro das respectivas áreas de atuação. “Existe a possibilidade de moldar talentos, desenvolver habilidades em total consonância com as necessidades da empresa”, ressalta Scheila, acreditando que a qualificação profissional exerce importante papel de garantia de manutenção do trabalho. “Uma boa qualificação se dá a partir de treinamento bem elaborado e bem aplicado e, ainda, por meio de um desenvolvimento eficaz de pessoas. Os conhecimentos técnicos e conceituais, adquiridos com a formação superior, aliados aos conhecimentos práticos e habilidades desenvolvidos nos estágios e outras atividade são de grande valia ao aperfeiçoamento profissional e ao desenvolvimento de competências importantes para o sucesso profissional”, finaliza. Fonte: Farol Comunitário | |