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Recém-formados falam sobre a pressão e os desafios para a conquista do emprego

Com raras exceções, os universitários contam os dias para terminar o curso superior. Se por um lado eles se sentem aliviados, é também nessa fase que estão ansiosos para entrar no mercado de trabalho e recompensar todo o investimento feito em anos de estudo.

A assessora de comunicação Francine Ribeiro comenta que a conclusão do curso de graduação é um divisor de águas. “Até aquele dia era permitido errar, era permitido não atuar na área, era permitido não ter um bom salário, etc. Após esse dia, tudo muda. Os parentes, os amigos e a sociedade em geral passam a te cobrar essas questões. Eu não sofri tanto com isso, porque quando me formei já estava atuando na área de comunicação. Mesmo assim, houve cobrança por um salário melhor”, conta e acrescenta que, às vezes, a pressão é involuntária.

“Quem pressiona, muitas vezes nem se dá conta de que está fazendo isso, pois é muito comum as pessoas perguntarem e conversarem a respeito da formação e da vida profissional umas das outras. Porém, para o recém-formado, uma simples pergunta pode ganhar dimensões muito maiores, a ponto dele se sentir pressionado, confuso e incapacitado”, ressalta a assessora.

A então zootecnista Lidiane da Silva começou a se preocupar com um emprego quando cursava o 7º período. O fato de precisar morar fora para estudar gerava gastos para sua família.

“A gente passa quatro anos convivendo com as mesmas pessoas e com a segurança de que os pais vão te ajudar com dinheiro para tudo que é necessário. Depois de formado, a responsabilidade passa a ser sua e você tem que tomar todas as decisões sobre o que fazer e onde comprar, por isso acho que a maior pressão é dos pais, que querem que arrumemos logo um emprego na área. Mas, às vezes, após se formar, a gente pode decidir fazer outra coisa, como continuar estudando ou fazer um trabalho diferente”, comenta.

O programador Lucas Soares não se preocupou com um trabalho na área quando se formou, porque inicialmente pretendia se dedicar à pós-graduação. “Ainda não estou trabalhando na minha área, mas meu atual emprego me ajuda muito, com a pós. Quero tentar algum concurso, quando terminar minha pós, mas no momento não vou trocar o certo pelo duvidoso”, explica.

Às vezes, as pessoas pensam que o diploma já é um passaporte para o mercado de trabalho. Mas nem sempre é assim. A publicitária Eulália Melo diz que, principalmente em sua área, diploma é apenas parte de um todo. “Para mim, o que fez diferença foi o que consegui aprender, questionando, e o network que fiz. É claro que alguns sempre pensam em continuar estudando; e eu, particularmente, pretendo ir para a área acadêmica, e por esse motivo o diploma se torna importante”, enfatiza.

A então publicitária também ressalta a importância de se manter a atualização nos estudos, independentemente de estar trabalhando na área ou não, mas lembra que a experiência adquirida no mercado de trabalho é muito importante. “O mercado é dinâmico, ou você o acompanha ou está fora. Na minha opinião, ninguém que se forma está preparado. A experiência é que completa o profissional; até porque, a realidade é diferente da universidade”.

Dicas para quem ainda está estudando e recém-formados

Para a coordenadora do curso de Comunicação Social da PUC Minas em Arcos, Dóris Sanábio, a diferença entre o ambiente acadêmico e o profissional é bem grande. “O mercado de trabalho tende a ser hostil, extremamente competitivo e exigente em prazos e resultados. Isto faz com que profissionais com experiência tenham melhores oportunidades de trabalho”.

Dóris adverte que nenhuma empresa quer perder tempo ensinando profissionais formados. “Elas aceitam na condição de estagiário, porque tem uma estrutura universitária por trás, com orientação de professores. E, quando o aluno se mostra capacitado, costuma haver boas chances de serem contratados”.

Os novos profissionais, às vezes, se sentem perdidos, sem saber para que lado ir, mas um bom direcionamento é o estágio. Por meio dele é possível adquirir experiência. Para Francine, o estágio foi peça importante para que ela já entrasse no mercado de trabalho. “O estágio me ajudou a ter noção da realidade de uma agência de publicidade. Apesar de não ter atuado profissionalmente, algumas atividades desenvolvidas durante o estágio me ajudaram e foram importantes no meu trabalho”, diz.

Para Lidiane, o estágio a ajudou a perceber as diferenças entre o que era ensinado na universidade e o que acontece na realidade. “Uma vez ouvi um rapaz dizer que na sala de aula os professores falam que quando formamos as oportunidades aparecem. Porém, o que acontece é totalmente o contrário, as oportunidades aparecem o tempo todo, dentro ou fora da universidade, basta saber aproveitá-las”, ressalta.

Dóris Sanábio recomenda que o universitário não espere se formar para correr atrás de seus objetivos. “Daí a importância do aluno aproveitar ao máximo as oportunidades de estágios e monitorias para se preparar, adquirir postura profissional e uma bagagem de vivências e práticas que o diferencie. Gosto muito de recomendar aos alunos para que eles não se acomodem. Que tenham disposição para trabalhar e, principalmente, estejam atentos às oportunidades”. Ela lembra que o profissional também precisa ter uma visão empreendedora, ou seja, investir em um negócio próprio.

Fonte: Jornal Correio Centro Oeste

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